Rascunho:Nasir al-Din Tusi
Khwaja Nasir al-Din Tusi (597–672 H.) foi um filósofo e teólogo xiita do século VII do calendário islâmico. Khwaja Nasir é considerado um renovador da filosofia e um pioneiro na introdução do método filosófico na teologia xiita. Alguns estudiosos xiitas, como Allama Hilli, Ibn Maytham al-Bahrani e Qutb al-Din Shirazi, foram seus discípulos.
Nasir al-Din Tusi foi autor de numerosas obras e tratados nas áreas da ética, lógica, filosofia, teologia islâmica, matemática e astronomia. Entre suas obras mais importantes e conhecidas estão Akhlaq-i Nasiri, Awsaf al-Ashraf, Asas al-Iqtibas, Sharh al-Isharat, Tajrid al-Itiqad, Jami al-Hisab e o famoso Zij-i Ilkhani, bem como Tadhkira fi Ilm al-Hay'a, sobre astronomia. Ele também fundou o observatório de Maragheh e, junto a ele, a biblioteca de Maragheh, que abrigava mais de 400 mil volumes.
Afirma-se que Khwaja Nasir foi obrigado a acompanhar alguns dos governantes de sua época, mas conseguiu realizar obras e produzir escritos durante esse período. Por exemplo, ao acompanhar Hulagu, procurou proteger o patrimônio islâmico, que estava ameaçado de destruição. Em decorrência de suas ações, após algum tempo, os mongóis se converteram ao Islã. Além disso, sua presença durante a conquista de Bagdá pelos mongóis é considerada um fator que contribuiu para reduzir os saques e os massacres da população e para salvar da morte muitos estudiosos. Khwaja Nasir faleceu em Bagdá e, conforme seu testamento, foi sepultado no Santuário de Kazimayn. O dia 5 de Esfand, aniversário de nascimento de Khwaja Nasir, foi registrado como o Dia do Engenheiro em homenagem a esse sábio.
Vida
Muhammad ibn Muhammad ibn Hassan, conhecido como Khwaja Nasir al-Din Tusi, nasceu em 11 de Jumada al-Awwal de 597 H, em Tus.[1] Na infância, aprendeu o Alcorão, a morfologia, a gramática e as boas maneiras. Em seguida, com a orientação de seu pai, estudou os fundamentos da matemática com Kamal al-Din Muhammad.[Nota 1] Também aprendeu jurisprudência islâmica (fiqh) e hadith com seu pai e seu avô, que eram juristas e transmissores de hadith de sua época.[2] Outro de seus mestres foi seu tio materno, Nur al-Din Ali ibn Muhammad al-Shii, que lhe ensinou lógica e filosofia.[3]
Após a morte de seu pai, Tusi partiu de Tus para Nishapur, que, naquela época, era um centro de reunião de sábios e estudiosos.[4] Estudou a obra Al-Isharat wa al-Tanbihat, de Ibn Sina, sobre filosofia, com Farid al-Din Damad,[Nota 2] e o livro O Cânone da Medicina com Qutb al-Din al-Misri.[5] Também participou das aulas de Siraj al-Din Qumari, Abu al-Sa'adat al-Isfahani e outros estudiosos.[6] Além disso, encontrou-se com Farid al-Din Attar Nishapuri em Nishapur.[7] Tusi também foi discípulo de Kamal al-Din ibn Yunus al-Mawsili, que se destacava na maioria das ciências, especialmente na matemática. Aprendeu ainda parte da obra Al-Ghuniya, de Ibn Zuhra, com Salim ibn Badran al-Mazini al-Misri, um dos grandes juristas imamitas.[8]
Presença nas fortalezas dos ismaelitas
Após a invasão mongol do Irã e o surgimento de instabilidade, especialmente na região do Coração (Khorasan), Khwaja Nasir al-Din Tusi passou algum tempo vagando por diferentes cidades, até que, a convite de Nasir al-Din, governante das fortalezas ismaelitas em Khorasan, foi para Quhistão.[9] Ali, a pedido de Nasir al-Din, traduziu para o persa a obra Tahdhib al-Akhlaq wa Tathir al-Araq, escrita por Abu Ali Miskawayh al-Razi, acrescentou-lhe alguns conteúdos e a intitulou Akhlaq-i Nasiri em homenagem a Nasir al-Din.[10] Essa obra foi composta entre 630 e 632 H.[11] Também escreveu ali uma obra sobre astronomia, intitulada Al-Risala al-Mu'iniyya, em homenagem a Mu'in al-Din, filho de Nasir al-Din.[12] As fortalezas ismaelitas são consideradas a única força que resistiu às invasões mongóis. Quando as cidades de Khorasan e Nishapur já haviam caído completamente nas mãos dos mongóis, essas fortalezas resistiram durante muitos anos e não se renderam a eles.[13]
Ala al-Din Muhammad, líder dos ismaelitas, ao receber a notícia de que Khwaja Nasir al-Din Tusi estava com Nasir al-Din, convocou-o para comparecer à sua presença. Tusi, acompanhado de Nasir al-Din, dirigiu-se à fortaleza de Maymun-Diz, onde o líder dos ismaelitas lhe deu uma recepção especial. Khwaja Nasir al-Din Tusi permaneceu com ele na fortaleza de Alamut até que Rukn al-Din Khurshah, filho de Ala al-Din Muhammad, se rendesse aos mongóis durante a segunda invasão mongol.[14]

Alguns historiadores acreditam que a presença de Khwaja Nasir al-Din Tusi e sua permanência nas fortalezas dos ismaelitas não foram voluntárias, mas que ele foi obrigado a permanecer ali.[15] No entanto, Aq Sarayi, em sua obra Musamarat al-Akhbar, considera que Khwaja Tusi exerceu plenos poderes ministeriais junto aos ismaelitas e alcançou uma posição tão elevada que recebeu o título de Khwaja-ye Ka'inat (Senhor do Universo).[16] Aqueles que defendem que Khwaja Nasir al-Din Tusi foi forçado a permanecer junto aos ismaelitas e mantido prisioneiro em suas fortalezas baseiam-se nas palavras de lamento que ele escreveu ao final de seu comentário sobre Al-Isharat, nas quais expressa sua insatisfação com as circunstâncias de sua época e com a própria vida.[17]
Khwaja Tusi e Hulagu Khan, o mongol
Após a segunda invasão mongol, liderada por Hulagu, e a rendição das fortalezas ismaelitas, Khwaja Nasir al-Din Tusi passou a integrar a corte de Hulagu.[18] Segundo Sayyid Muhsin Amin, Khwaja Tusi acompanhou Hulagu sem ter poder de escolha e, numa situação em que a resistência às forças invasoras era impossível tanto para a população quanto para o governo, procurou proteger o patrimônio islâmico ameaçado de destruição. De acordo com Amin, foi graças às ações de Tusi que, por fim, os mongóis se converteram ao Islã algum tempo depois.[19] Khwaja Tusi acompanhou Hulagu em sua campanha contra Bagdá, em 655 H.[20]
Fundação do observatório e da biblioteca de Maragheh
Após a conquista de Bagdá por Hulagu, Khwaja Nasir al-Din Tusi propôs ao governante a construção de um observatório, argumentando que, graças a seus conhecimentos de astronomia e à observação dos astros, poderia informá-lo sobre acontecimentos futuros, a duração de sua vida e sua descendência.[21] A proposta agradou a Hulagu, e a construção teve início em 657 H.[22] Segundo Sayyid Muhsin Amin, Khwaja Nasir transformou o observatório de Maragheh em um local de reunião para numerosos estudiosos da época, salvando-os assim da morte. Também se empenhou intensamente em reunir uma grande quantidade de livros e preservá-los.[23] A construção do observatório prosseguiu até o fim da vida de Khwaja, e o conjunto de tabelas astronômicas elaborado a partir das observações ali realizadas recebeu o nome de Zij-i Ilkhani.[24][Nota 3]
Khwaja Nasir também construiu uma grande biblioteca nas dependências do observatório de Maragheh. Por ordem de Hulagu, muitos livros valiosos e úteis, saqueados de Bagdá, Damasco, Mossul e Khorasan, foram transferidos para lá. O próprio Khwaja enviava agentes às diversas regiões para comprar e lhe enviar quaisquer livros científicos que encontrassem. Além disso, sempre que se deparava com um livro útil e valioso, ele próprio o comprava.[25] Segundo alguns historiadores, cerca de 400 mil livros foram reunidos na biblioteca de Maragheh.[26] Na biblioteca do observatório, diversos livros escritos em chinês, mongol, sânscrito, assírio e árabe foram traduzidos para o persa e disponibilizados aos interessados em conhecimento e aos estudiosos do observatório. Na realidade, esse observatório era um centro científico onde diferentes áreas do conhecimento da época, como matemática, astronomia e ciências naturais, eram pesquisadas e ensinadas.[27]
Participação na conquista de Bagdá
Ibn Taymiyya (661–728 H.), um estudioso sunita, alegou que o califa de Bagdá havia sido morto por ordem de Khwaja Nasir al-Din Tusi.[28] No entanto, alguns estudiosos, com base na análise de fontes anteriores a Ibn Taymiyya e na ausência dessa informação nelas, consideraram tal alegação falsa e uma calúnia contra Khwaja. Também levantaram a hipótese de que autores posteriores a Ibn Taymiyya tenham reproduzido essa afirmação seguindo seu relato.[29] Alguns pesquisadores consideram que a presença de Nasir al-Din Tusi durante a conquista de Bagdá pelos mongóis contribuiu para reduzir os saques e os massacres da população e que, graças à sua proteção, muitos estudiosos foram salvos da morte.[30]
Falecimento
Khwaja Nasir faleceu em 18 de Dhu al-Hijja de 672 H, enquanto estava em Bagdá para organizar os assuntos relacionados às fundações pias e aos estudiosos. Conforme seu testamento, foi sepultado no Santuário de Kazimayn.[31] Ele também havia deixado instruções para que nenhuma referência às suas realizações científicas fosse inscrita em seu túmulo, determinando que apenas a frase «وَكَلْبُهُم بَاسِطٌ ذِرَاعَيْهِ بِالْوَصِيدِ» (E seu cão estava com as patas dianteiras estendidas à entrada da caverna)[32] fosse gravada em sua lápide.[33]
Escola religiosa
Há muitas evidências de que Khwaja Nasir al-Din Tusi era xiita duodecimano. Entre elas, destaca-se o fato de que, na maioria de suas obras de teologia islâmica, como Tajrid al-I'tiqad, ele fez referência aos Doze Imames e à obrigatoriedade de sua infalibilidade.[34] Também escreveu tratados específicos sobre esse tema, entre os quais se destacam Al-Firqa al-Najiya, Risala fi Hasr al-Haqq bi-Maqalat al-Imamiyya, Al-Ithna Ashariyya e Risala fi al-Imama.[35] No entanto, a lista de obras de Khwaja Nasir inclui livros e tratados atribuídos a ele cujos conteúdos estão de acordo com os ensinamentos dos ismaelitas.[36]
A maioria dos estudiosos xiitas duodecimanos rejeitou a atribuição dessas obras a Khwaja Nasir. No entanto, alguns pesquisadores e islamólogos ocidentais defendem que ele passou por uma espécie de transformação religiosa durante o período em que esteve entre os ismaelitas.[37] Com base nessas obras, alguns acreditam que, após buscar refúgio nas fortalezas dos ismaelitas, ele aderiu temporariamente à doutrina deles e, posteriormente, retornou ao xiismo duodecimano.[38]
Alguns autores também acreditam que Tusi, sendo um xiita duodecimano, dedicou-se à composição de seus livros e tratados nas fortalezas dos ismaelitas, praticando a taqiyya para preservar a própria vida.[39] Abdullah Ni'ma considerou o fato de Tusi ter declarado sua adesão ao xiismo duodecimano assim que as fortalezas dos ismaelitas foram destruídas como uma confirmação dessa interpretação.[40]
Posição científica
Allama Hilli:
“Este xeique (Khwaja Nasir) era o melhor de seu tempo nas ciências racionais [...] e a pessoa de caráter mais nobre que conheci.[41]”
Khwaja Nasir Tusi foi considerado um intelectual à altura de Ibn Sina, com a diferença de que Ibn Sina se destacava na medicina, enquanto Khwaja Nasir se sobressaía na matemática.[carece de fonte] Alguns acreditam que a defesa de Ibn Sina por Khwaja Nasir al-Din Tusi, diante das críticas de Fakhr al-Din al-Razi, em sua obra Sharh al-Isharat, contribuiu para o renascimento da filosofia naquela época.[42] Khwaja Nasir também é considerado o pioneiro do método filosófico na teologia xiita.[43] Segundo Morteza Motahhari, todas as obras de teologia islâmica posteriores a Khwaja Nasir foram influenciadas por Tajrid al-I'tiqad.[44] De acordo com algumas pesquisas contemporâneas, Khwaja Nasir Tusi, por um lado, foi comentarista e aperfeiçoador das ideias de filósofos e estudiosos que o precederam e, por outro, tornou-se um modelo para os estudiosos que vieram depois dele.[45]
Discípulos
Alguns dos grandes discípulos de Khwaja Nasir Tusi são:
- Allama Hilli, grande jurista e teólogo xiita (falecido em 726 H.), estudou filosofia com Khwaja Tusi[46] e escreveu um comentário sobre a obra Tajrid al-I'tiqad, de Khwaja Nasir, intitulado Kashf al-Murad. Esse livro é um dos comentários mais conhecidos de Tajrid al-I'tiqad.[47]
- Ibn Maytham al-Bahrani, autor de Misbah al-Salikin (comentário sobre Nahj al-Balagha), foi filósofo, matemático, teólogo e jurista. Na filosofia, foi discípulo de Khwaja Nasir, enquanto, na jurisprudência islâmica, foi seu mestre.[48]
- Qutb al-Din al-Shirazi (falecido em 710 H.), quando Khwaja Nasir foi a Qazvin acompanhado de Hulagu, juntou-se a eles e seguiu com Khwaja até Maragheh. Ali, tornou-se seu discípulo nas áreas da astronomia, matemática, filosofia e medicina. Khwaja o chamava de “Polo do firmamento da existência”.[49]
- Sayyid Rukn al-Din (Hassan ibn Muhammad ibn Sharafshah al-Alawi) foi um dos discípulos de Khwaja e escreveu comentários sobre algumas de suas obras.[50]
- Kamal al-Din Abd al-Razzaq al-Shaybani al-Baghdadi (642–723 H.), conhecido como Ibn al-Fuwati, foi um historiador do século VII H. Entre suas obras estão Mu'jam al-Adab e Al-Hawadith al-Jami'a. Foi bibliotecário da biblioteca do observatório de Maragheh e, no final da vida, ficou responsável pela biblioteca de Mustansiriyya.[51]
- Imad al-Din Harbawi, conhecido como Ibn al-Khawwam (643–728 H.), destacou-se em sua época nas áreas da aritmética e da medicina. Entre suas obras preservadas estão Al-Fawa'id al-Baha'iyya fi al-Qawa'id al-Hisabiyya e uma introdução à medicina.[52][53]
Obras
O conjunto de livros e tratados científicos de Khwaja Nasir al-Din Tusi (falecido em 672 H.) compreende mais de 184 títulos.[54] Khwaja Nasir escreveu sobre diversas áreas, como matemática, astronomia, doutrina religiosa, filosofia e misticismo, lógica, jurisprudência islâmica, medicina, ciências ocultas e exegese do Alcorão. A maioria de suas obras foi escrita em árabe. No prefácio de seu comentário sobre Al-Isharat wa al-Tanbihat, Khwaja Nasir escreveu sobre os grandes sofrimentos e a tristeza crescente que sentia enquanto redigia seus livros.[55]
Algumas de suas obras:
- Tajrid al-I'tiqad: desde sua composição até os dias atuais, esta obra tem sido ensinada como texto de teologia islâmica nos seminários xiitas.[56] Nela, Khwaja Nasir combinou a teologia islâmica com a filosofia e abordou questões teológicas por meio do método filosófico.[57]
- Asas al-Iqtibas: obra sobre lógica, escrita em persa.[58] Alguns a consideram a obra mais importante sobre esse tema depois da seção de lógica do livro Al-Shifa, de Ibn Sina.[59]
- Sharh al-Isharat wa al-Tanbihat, de Abu Ali Sina: esta obra é um dos textos didáticos da filosofia peripatética.[60]
- Akhlaq-i Nasiri: tradução, com acréscimos, da obra Tahdhib al-Akhlaq, de Ibn Miskawayh.[61]
Referências
- ↑ Niʿmah, Falāsifat al-Shīʿah, pág. 535.
- ↑ Amīn, al-Ismāʿīliyyūn wa al-Mughūl wa Naṣīr al-Dīn al-Ṭūsī, págs. 16–20.
- ↑ Amīn, al-Ismāʿīliyyūn wa al-Mughūl wa Naṣīr al-Dīn al-Ṭūsī, pág. 20.
- ↑ Amīn, Aʿyān al-Shīʿah, vol. 9, pág. 415.
- ↑ Naṣīr al-Dīn Ṭūsī, Tansūkh-Nāmah-yi Īlkhānī, introdução do editor, pág. 15.
- ↑ Amīn, Aʿyān al-Shīʿah, vol. 9, pág. 415.
- ↑ Amīn, Aʿyān al-Shīʿah, vol. 9, pág. 415.
- ↑ Naṣīr al-Dīn Ṭūsī, Tansūkh-Nāmah-yi Īlkhānī, pág. 16.
- ↑ Naṣīr al-Dīn Ṭūsī, Tansūkh-Nāmah-yi Īlkhānī, pág. 17.
- ↑ Por exemplo, consulte: Āqā Buzurg Tihrānī, al-Dharīʿah, vol. 1, págs. 380–381; Amīn, Aʿyān al-Shīʿah, vol. 9, pág. 415.
- ↑ Mudarrisī Raḍawī, Aḥwāl wa Āthār-i Khwājah Naṣīr al-Dīn, pág. 9.
- ↑ Mudarrisī Raḍawī, Aḥwāl wa Āthār-i Khwājah Naṣīr al-Dīn, pág. 9.
- ↑ Amīn, Aʿyān al-Shīʿah, vol. 9, pág. 415.
- ↑ Amīn, Aʿyān al-Shīʿah, vol. 9, pág. 415.
- ↑ Consulte: «Khwājah Naṣīr al-Dīn Ṭūsī wa Naqsh-i Ū dar Gustarish-i Tashayyuʿ wa Ḥifẓ-i Āthār-i Islāmī», pág. 71.
- ↑ Āq Sarāʾī, Musāmarat al-Akhbār, pág. 47.
- ↑ Amīn, Aʿyān al-Shīʿah, vol. 9, págs. 415–416.
- ↑ Amīn, Aʿyān al-Shīʿah, vol. 9, pág. 416.
- ↑ Amīn, Aʿyān al-Shīʿah, vol. 9, págs. 416–417.
- ↑ Niʿmah, Falāsifat al-Shīʿah, pág. 540.
- ↑ Ḥasan-Zādah Āmulī, Hazār wa Yik Kalimah, pág. 329.
- ↑ Ibn Kathīr, al-Bidāyah wa al-Nihāyah, vol. 17, pág. 387.
- ↑ Amīn, Aʿyān al-Shīʿah, vol. 9, págs. 416–417.
- ↑ Amīn, Aʿyān al-Shīʿah, vol. 9, pág. 417.
- ↑ Mudarrisī Raḍawī, Aḥwāl wa Āthār-i Khwājah Naṣīr al-Dīn, pág. 50.
- ↑ Kutubī, Fawāt al-Wafayāt, vol. 3, págs. 246–252; Zaydān, Tārīkh al-Tamaddun al-Islāmī, vol. 3, pág. 214.
- ↑ Āzh and, «Kārkard-i Du-Sūyah-yi Kitābkhānah dar Dawrah-yi Mughūlān-i Īrān: Kitābārāʾī wa Kitābdārī», pág. 10.
- ↑ Ibn Taymiyyah, Minhāj al-Sunnah, vol. 3, págs. 445–446.
- ↑ Consulte: Ṣāliḥī e Idrīsī, «Khwājah Naṣīr al-Dīn Ṭūsī wa Fatḥ-i Baghdād», págs. 115–120.
- ↑ Mudarrisī Raḍawī, Aḥwāl wa Āthār-i Khwājah Naṣīr al-Dīn, pág. 27.
- ↑ Niʿmah, Falāsifat al-Shīʿah: Ḥayātuhum wa Ārāʾuhum, pág. 531; Amīn, Aʿyān al-Shīʿah, vol. 9, pág. 418; contudo, Ibn Kathīr registra o dia 12 de Dhū al-Ḥijjah como a data de seu falecimento (al-Bidāyah wa al-Nihāyah, vol. 17, pág. 514).
- ↑ Tradução: E o cão deles estava com as patas dianteiras estendidas à entrada [da caverna] (Sura al-Kahf:18).
- ↑ ʿAzīzī, Faḍāʾil wa Sīrah-yi Chahārdah Maʿṣūm (a.s.) dar Āthār-i Ustād ʿAllāmah Ḥasan-Zādah Āmulī, pág. 402.
- ↑ Ṭūsī, Tajrīd al-Iʿtiqād, pág. 293.
- ↑ Niʿmah, Falāsifat al-Shīʿah, pág. 534.
- ↑ Īzadī e Aḥmadpanāh, «Madhhab-i Khwājah Naṣīr al-Dīn Ṭūsī wa Taʾthīr-i Ān bar Taʿāmul-i Way bā Ismāʿīliyyān-i Nizārī», págs. 30 e 33.
- ↑ Īzadī e Aḥmadpanāh, «Madhhab-i Khwājah Naṣīr al-Dīn Ṭūsī wa Taʾthīr-i Ān bar Taʿāmul-i Way bā Ismāʿīliyyān-i Nizārī», pág. 36.
- ↑ Consulte: Daftary, Farhad, «Naṣīr al-Dīn Ṭūsī wa Ismāʿīliyyān-i Dawrah-yi Alamūt», em Majmūʿah-yi Maqālāt-i Ustād Bashar.
- ↑ Īzadī e Aḥmadpanāh, «Madhhab-i Khwājah Naṣīr al-Dīn Ṭūsī wa Taʾthīr-i Ān bar Taʿāmul-i Way bā Ismāʿīliyyān-i Nizārī», pág. 36.
- ↑ Niʿmah, Falāsifat al-Shīʿah, pág. 535.
- ↑ Lāhījī, Gawhar-i Murād, pág. 702.
- ↑ Ibrāhīmī Dīnānī, «Sukhanrānī dar Sarā-yi Ahl-i Qalam», pág. 11.
- ↑ Khosrowpanāh, «خواجه نصیر مؤسس کلام فلسفی», site do Instituto de Sabedoria e Filosofia do Irã.
- ↑ Muṭahharī, Āshnāʾī bā ʿUlūm-i Islāmī, vol. 2, pág. 57.
- ↑ Maʿṣūmī Hamadānī, Ustād-i Bashar, pág. 12.
- ↑ Mudarrisī Raḍawī, Aḥwāl wa Āthār-i Khwājah Naṣīr al-Dīn, pág. 238.
- ↑ Ṣadrāʾī Khūʾī, Kitābshināsī-yi Tajrīd al-Iʿtiqād, pág. 35.
- ↑ Khwānsārī, Rawḍāt al-Jannāt, vol. 6, pág. 302.
- ↑ Mudarrisī Raḍawī, Aḥwāl wa Āthār-i Khwājah Naṣīr al-Dīn, págs. 241 e 242.
- ↑ Mudarrisī Raḍawī, Aḥwāl wa Āthār-i Khwājah Naṣīr al-Dīn, pág. 249.
- ↑ Mudarrisī Raḍawī, Aḥwāl wa Āthār-i Khwājah Naṣīr al-Dīn, págs. 252–257.
- ↑ Mudarrisī Raḍawī, Aḥwāl wa Āthār-i Khwājah Naṣīr al-Dīn, págs. 257–261.
- ↑ http://manuscript.um.ac.ir/pages/71398-%D8%A7%D9%84.html.
- ↑ Farḥāt, Andīshah-hā-yi Falsafī wa Kalāmī-yi Khwājah Naṣīr al-Dīn Ṭūsī, pág. 71.
- ↑ Naṣīr al-Dīn Ṭūsī, Sharḥ al-Ishārāt, vol. 2, pág. 146.
- ↑ ʿAllāmah Ḥillī, Kashf al-Murād, introdução do editor, pág. 5.
- ↑ Naṣīr al-Dīn Ṭūsī, Tajrīd al-Iʿtiqād, introdução do pesquisador, pág. 71.
- ↑ Mudarrisī Raḍawī, Aḥwāl wa Āthār-i Khwājah Naṣīr al-Dīn, pág. 420.
- ↑ Mudarrisī Raḍawī, Aḥwāl wa Āthār-i Khwājah Naṣīr al-Dīn, pág. 420.
- ↑ ʿAllāmah Ḥillī, Kashf al-Murād, introdução do editor, pág. 5.
- ↑ Mudarrisī Raḍawī, Aḥwāl wa Āthār-i Khwājah Naṣīr al-Dīn, pág. 9.
Notas
- ↑ Kamal al-Din Muhammad Hasib, um dos renomados estudiosos da matemática e discípulo de Afzal al-Din Kashani.
- ↑ Farid al-Din Damad de Nishapur, um dos discípulos do Imame Fakhr al-Din al-Razi
- ↑ Zij é a forma arabizada da palavra zig, que significa um livro a partir do qual os astrônomos determinam as condições e os movimentos das esferas celestes e dos astros. Também designa uma obra científica que reúne os princípios e as regras da astronomia e da cosmografia, a partir da qual se elaboram calendários. Dehkhoda, Loghat-nameh, sob palavra «Zij»
Bibliografia
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- Mottaqī, Ḥusayn, «کتابشناسی اصول هندسه اقلیدس، با تأکید بر تحریر خواجه نصیرالدین طوسی» (Bibliografia dos princípios da geometria de Euclides, com ênfase na versão de Khwāja Naṣīr al-Dīn Ṭūsī), em Khwāja-Pajūhī, Teerã, Khānah-yi Kitāb, 2011.